Portugal - Agência de Notícias Ekhbary
A Playboy, icônica revista lançada há 70 anos, está passando por uma transformação radical para se adequar ao cenário pós-#MeToo. Longe da imagem centrada em Hugh Hefner, a marca busca agora um futuro que prioriza a positividade sexual e a expressão livre, distanciando-se de controvérsias passadas. A empresa reconheceu e se distanciou das ações de Hefner, especialmente após a divulgação de alegações de má conduta no documentário "The Secrets of Playboy".
Atualmente, a Playboy conta com uma força de trabalho majoritariamente feminina, com cerca de 80% dos funcionários sendo mulheres. A liderança e a gestão da empresa também refletem essa mudança, com 40% dos cargos ocupados por mulheres. O lema da marca evoluiu de "Entretenimento para Homens" para "Prazer para Todos", indicando um esforço para abranger um público mais amplo e diverso. A plataforma digital Playboy Centerfold, semelhante ao OnlyFans, permite que criadoras, chamadas de "bunnies", tenham controle sobre sua imagem e conteúdo, empoderando-as e mudando o foco do "olhar masculino" para a autonomia das criadoras.
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